O essencial da capital Doha

Foto: Bruna Tiussu,

08 Dezembro 2010 | 10h00

 

O Catar já deixou claro que, em termos de estádios para a Copa do Mundo, o céu será o limite. Com tempo de sobra para construir suas arenas, o minúsculo país planeja fazer a bola rolar em verdadeiros cartões-postais: um dos estádios será em forma de concha e outro terá acesso apenas por táxis aquáticos.

 

A capital Doha deverá reunir a maioria dos estádios. Não será a primeira vez que a cidade do Oriente Médio recebe uma seleção mundial. O Brasil esteve há pouco tempo no Khalifa International Stadium. Mas nossas lembranças não são as melhores: no amistoso contra a Argentina, Messi marcou aos 46 minutos do segundo tempo, dando vitória, por 1 a 0, para os hermanos. É torcer para que, até 2022, a sorte vire para nosso lado. Enquanto isso, montamos um pequeno guia para você se planejar.

 

Terra de gigantes

Como outras cidades do Oriente Médio recém-descobertas pelo turismo - entre elas, Abu Dabi e Dubai -, Doha aproveitou toda a riqueza vinda do petróleo para erguer arranha-céus impressionantes e abusar da tecnologia em seus projetos. Hotéis de luxo e enormes shoppings centers fazem parte da paisagem local. E devem se multiplicar sensivelmente até 2022. Para ter uma bela vista da cidade, tome um drinque no Sky View, bar no 15º andar do La Cigale Hotel. Faça reserva.

 

Cultura muçulmana

Apesar de ser aberto ao mundo ocidental, não se pode esquecer de que o Catar é um país muçulmano. Bebidas alcoólicas são liberadas apenas em hotéis e lugares mais turísticos. Especula-se que, durante a Copa, as regras poderiam ser revistas. Enquanto isso, dá para conhecer um pouco mais sobre história, criações e costumes no lindo e recém-inaugurado prédio do Museu de Arte Islâmica. A entrada é gratuita.

 

Sol do deserto

Só mesmo a Copa do Mundo para atrair turistas ao Catar nos meses de junho e julho. Nesse período, no auge do verão, os termômetros chegam a impensáveis 50 graus. Prefira ir na primavera ou no outono, quando as temperaturas são mais amenas. Até o mundial de futebol, espera-se a construção de passagens climatizadas a 23 graus que liguem os hotéis aos estádios (tudo movido à energia solar). O mesmo mecanismo funcionaria dentro das arenas.  COM NEW YORK TIMES

 

 

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