Lucas Jackson/Reuters
Lucas Jackson/Reuters

O que há para ver nas nações dos grupos D e E

O que ver nos países dos grupos D e E da Copa do Mundo na Rússia

Mr. Miles, O Estado de S. Paulo

19 Junho 2018 | 03h00

 

Well, my friends, vou mudar de ritmo, porque caso contrário a Copa acaba antes de minha análise. Therefore, hoje falo sobre as atrações de dois grupos de uma vez. Começo pelo grupo D, cujo cabeça de chave é um país com certas restrições em relação aos meus compatriotas. Nevertheless, todos sabem que grande parte dos argentinos adorariam ser britânicos. Don’t you agree

Argentina. Besides, não sei por que eles insistem nas nossas pouco atraentes Ilhas Falkland. A Argentina é um país lindo que, como o Chile, vai das geleiras ao deserto. Suas melhores praias, in fact, ficam no Brasil. Assim como a melhor neve do Brasil fica nas montanhas argentinas. Bons vinhos e, usually, maus políticos, como em quase todo o mundo. Aprecio o bife de chorizo, os alfajores e o tango – que, apesar de sua origem uruguaia, é atração portenha without doubt. 

Islândia. So small, so nice: não há como negar que esse pequeno país nórdico, repleto de lindas crianças de cabelos brancos como idosos, seja um mostruário da fúria da natureza, com águas termais, vulcões, abismos espetaculares e paisagens lunares. Mas não espere comida maravilhosa, nem futebol-arte. Apenas torcedores apaixonados.  

Croácia. O país que inventou a dispensável gravata (embora eu a use de maneira indispensável) tem a maior frota de navios estáticos do mundo. São, in fact, suas belíssimas e incontáveis ilhas que protegem uma costa maravilhosa de norte a sul. A Dalmácia, terra dos 101 dálmatas, as you know, tem o encanto de Dubrovnik para mostrar ao mundo. Se você souber pronunciar o nome Krc, não vai ter problemas com o idioma. 

Nigéria. Well, my friends: todos os países têm muito a ver. A Nigéria é um país e, of course, tem suas atrações. Nada, I’m sorry to say, que valha o risco de encontrar pela frente os fanáticos do Boko Haram. 

Sobre o grupo E, que tem o Brasil, devo dizer que o considero turisticamente muito simpático. Até mesmo a Sérvia, hoje menor do que nunca, têm lá seus atrativos. 

Brasil. Meus leitores sabem o quanto gosto de vosso país. Dos cânions do sul ao Monte Roraima; das praias ao Pantanal; das cidades históricas às relíquias arqueológicas do Piauí. Sobretudo, as you know, das pessoas. Pena que as melhores que conheço (quase todas) queiram distância da política. O Brasil é o país de todas as Copas e, embora nós tenhamos inventado o futebol, é preciso admitir que sem o vosso talento, o esporte talvez não tivesse conquistado tanta grandeza.

Suíça. O país que sempre viveu em cima das montanhas – ou do muro, como preferem seus detratores – é, as I see, a embalagem de um delicioso tablete de chocolates. Todas as noites, duendes suíços pintam e repintam suas casinhas, de modo que o país recende a tinta e flores frescas, exceto no inverno, quando exala o cheiro da fartura. 

Costa Rica. Terra de dois oceanos, com a maior proporção de áreas preservadas e chicas muy guapas. Tem vulcões e mosquitos mas, como dizia o velho ditado, só se chega às estrelas por caminhos ásperos. Em bom latim: per asper ad astra

Sérvia. Ficou um pouco menos charmosa depois de perder Montenegro. Mas ainda tem a mesma capital que foi a de todos os iugoslavos, antes da implosão e da guerra dos Bálcãs. Sempre foi rival de seus vizinhos, e a torcida é para que não tope com a Croácia em nenhuma fase da Copa. Diga-se, by the way, que ambos os países reivindicam meu velho amigo Nikola Tesla (N. da R.: um dos grandes gênios no campo da eletricidade) como seu compatriota.

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