Mônica Nobrega/Estadão
Mônica Nobrega/Estadão

Onde se hospedar em Lisboa

Hotel pequeno e intimista ou hostel baratinho e cheio de charme?

Mônica Nobrega, Lisboa / O Estado de S.Paulo

22 Agosto 2017 | 04h28

Hotel Valverde 

Nada de ostentação e lobby gigantesco: a entrada do Hotel Valverde, na Avenida da Liberdade, é uma porta discreta que, inclusive, fica trancada durante a noite, o que exige que você toque o interfone se chegar tarde. Há uma sala de estar pequena junto da recepção, e tudo isso contribui para criar um clima de casa, não de hotel.  São apenas 25 quartos, de seis tipos e tamanhos. O meu, da categoria clássico (desde 246 euros, com café da manhã), tinha 30 metros quadrados e três janelas com varandinhas – uma delas no banheiro, que é lindo e superconfortável – e vista do Rio Tejo. 

Um andar abaixo da recepção está o grande trunfo do hotel. O bar-restaurante tem um ambiente interno, mas se espalha por um pátio ao ar livre com mesas, cadeiras grandes e sofás, além da piscina. São ali as happy hours diárias (abertas também a não hóspedes) e o café da manhã. Com antecedência de 15 dias, diárias em quarto mini (20 metros quadrados) começam em 165,60 euros. 

 

Hostels

Não é à toa que Lisboa é habitué das listas de melhores hostels do mundo. Além de boa infraestrutura e ambiente charmoso, os hostels da cidade ainda têm o trunfo de serem bem localizados. Fora de temporada, é possível reservar uma cama com café da manhã no The Independente por 15 euros – em pleno bairro Príncipe Real. E há ainda quartos privados com banheiro, as suítes, desde 160 euros.  No LX Factory, o The Dorm tem camas isoladas em pequenos cubículos à moda dos hotéis-cápsula japoneses, desde 21 euros. Com entrada dentro da Estação do Rossio, o Rossio Hostel tem preços a partir de 25 euros em média, por cama. 

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