Pacata com jeito urbano

Nosso último contato com a burocracia chilena se deu a caminho da Argentina, por uma estrada belíssima junto à Cordilheira dos Andes. Depois de sete horas de viagem, fomos recebidas pelo clima apaixonante da cidade do vinho. Encantadora e bem estruturada, Mendoza é um daqueles lugares que dão vontade de parar, de ficar. Tem um quê interiorano e pacato, e pinceladas urbanas.

O Estado de S.Paulo

04 Outubro 2011 | 03h09

Responsável por mais da metade de produção de vinho do país, a cidade tem tours de todos os tipos pelas vinícolas. Com duração de poucas horas, um dia inteiro, a pé, de bicicleta. Compramos nosso passeio em uma agência no centro de Mendoza, a Youth Travel Argentina: duas bodegas, uma fábrica de azeite e outra de chocolate, por 66 pesos (R$ 29). Divertido e delicioso.

Depois de tanta degustação e caminhadas, faça uma pausa na Praça da Independência, a maior da cidade. Perto dali está o Parque San Martín, onde fica o Cerro La Gloria, mirante de onde se vê toda a região e os infindáveis vinhedos.

Calçadas largas repletas de lojas e restaurantes com mesas do lado de fora formam o centro de Mendoza. As lojas ficam abertas até 21 horas, pelo menos (algumas vão até as 22 horas). Em compensação, das 13 horas às 16h30, a cidade inteira fecha para a siesta.

Dali, o movimento se transfere para os bares e clubes da Calle Aristides Villanueva, onde turistas se misturam aos moradores.

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