Para quê chamar um funcionário?

Alguns hotéis são tão automatizados que, muitas vezes, você nem vê os funcionários.

/ A.C., O Estado de S.Paulo

14 Maio 2013 | 02h10

Ritz-Carlton. Na unidade de Montreal (ritzmontreal.com; a partir de R$ 889), no Canadá, sensores são imperceptíveis, mas fazem a diferença. Estão em cartões de proximidade para abrir portas sem contato e nos quartos para ativar luzes e guiar hóspedes no escuro. Além disso, preferências de temperatura e luz ficam armazenadas para o próximo check-in.

The Ushuaïa Ibiza. O hóspede deste cinco-estrelas na badalada ilha espanhola de Ibiza precisa apenas dar o número do cartão de crédito, cadastrar suas impressões digitais e pronto: todos os pagamentos serão feitos com um toque. Além disso, por vários ambientes do hotel ( principalmente na área da piscina, em frente à praia) foram espalhados totens com Facebook Presence. Basta aproximar sua pulseira de identificação para acessar seu perfil, tirar fotos e postar a boa vida em Ibiza. Diária desde 442 (R$ 1.162); ushuaiabeachhotel.com.

Hotel 1000. Não quer ser incomodado pela camareira? Neste hotel em Seattle (hotel1000seattle.com; desde US$ 559 ou R$ 1.119), os quartos têm sensor infravermelho que detecta o calor do corpo. Também não se preocupe em avisar que falta algo no minibar: um sistema alerta o staff. E há quiosque para fazer check-in no voo e imprimir o cartão de embarque.

Aria. No resort em Las Vegas você não precisa abrir a porta do quarto. Ela é destravada com a aproximação, graças ao cartão com radiofrequência. Nem se dê ao trabalho de procurar o interruptor. As luzes serão acesas assim que você entrar e a cortina, aberta para que tenha vista da cidade. Mais: arialasvegas.com; desde US$ 129 ou R$ 258.

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