Para relembrar o milésimo gol

Relíquias, lances e grandes momentos da carreira de Pelé estão imortalizados no Maracanã, no Pacaembu e no Memorial das Conquistas do Santos

O Estado de S.Paulo

24 Novembro 2009 | 02h55

Foi na noite de 19 de novembro de 1969. Edson Arantes do Nascimento colocou a bola na marca do pênalti, chutou no canto esquerdo do goleiro Andrada, do Vasco da Gama, marcou o gol de número mil e deixou a alegria explodir no Maracanã.

O momento ainda está vivo na lembrança de muitos torcedores. Mas quem quiser dar uma forcinha à memória ou ainda não havia nascido naquela época, tem três boas opções de passeio.

Para começar, não poderia haver melhor lugar que o próprio Maracanã. O grande palco da conquista imortalizou os pés do Rei do Futebol em sua calçada da fama. E organizou uma exposição, em cartaz até 4 de dezembro, com alguns dos itens históricos de seu acervo, como a rede que balançou aos olhos de mais de 65 mil torcedores. Uma das bolas usadas na partida também está lá, além de uma placa comemorativa, recém-inaugurada.

As homenagens seguem na sede do clube no qual o jogador obteve a maior parte de suas conquistas - afinal, foram 1.116 partidas vestindo a camisa do Santos e 1.091 gols pelo time. O Memorial das Conquistas, em Santos, conta com uma sala inteira dedicada a Pelé.

Em São Paulo, é o próprio Rei que dá as boas-vindas no Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu. Ele ainda integra a sala de Anjos Barrocos, uma seleção de 25 craques nacionais. Está presente na parte dedicada às Copas do Mundo e na sala que homenageia Pelé e Garrincha, dupla jamais derrotada quando jogou no mesmo time.

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