Marina Vaz/Estadão
Marina Vaz/Estadão

Marina Vaz , O Estado de S. Paulo

19 Junho 2018 | 05h00

CABO CANAVERAL - Fazer um treinamento típico de astronauta que inclui até simular a sensação de flutuar no espaço. Passear por jardins botânicos e encontrar uma torre com dezenas de sinos que enchem o ambiente de som duas vezes por dia. Embarcar numa montanha-russa com realidade virtual e se ver dentro de um mundo feito de peças de Lego. Percorrer trilhas por áreas pantanosas e ver de perto jacarés-americanos, os famosos alligators. Tudo isso também está na Flórida, assim como os parques de Orlando e as praias, compras e baladas de Miami.

Os passeios pela região central do Estado ajudam a diversificar as férias em família. Por falar em férias, a esta altura, não é possível pensar nelas sem considerar o momento de extrema instabilidade do dólar, especialmente se sua programação prevê destinos nos Estados Unidos. Se não há como escapar completamente da desvalorização do real, que torna mais cara a viagem paga em dólar, pelo menos há sugestões para se prevenir de sustos – como aquele da fatura do cartão de crédito – e reduzir os impactos no orçamento. Leia nossas dicas abaixo. 

LEIA MAIS - Especial sobre todos os parques de Orlando

Para quem não viu. Duas das principais atrações fora de Orlando e Miami no centro da Flórida trazem novidades para o verão americano – que corresponde ao nosso inverno e também período de férias escolares. 

O Kennedy Space Center, parque da Nasa em Cabo Canaveral, lançou experiências de treinamento de astronauta e de base em Marte, com simulações que incluem gravidade zero e sobrevivência no planeta vermelho. Na cidade de Winter Haven, o parque Legoland, dedicado às pecinhas de Lego, incluiu realidade virtual em uma de suas montanhas-russas e lançou uma atração da série Ninjago - confira o vídeo com as novidades do parque

Confira nestas páginas o que fazer pela região. Na próxima semana, o Viagem mostra também as novidades de Orlando para as férias. Divirta-se. 

​Dólar nas alturas: veja dicas para amenizar o impacto

Estados Unidos em tempos de dólar instável? É possível amortecer o impacto e ter uma previsão realista de quanto a viagem realmente vai custar. 

A dica mais certeira é fracionar a compra da moeda americana ao longo das semanas até a data do embarque. Use o site MelhorCambio.com para comparar cotações de casas de câmbio em 200 cidades e fazer ofertas, ou seja, indicar quanto você quer pagar pelo dólar, como num leilão. No aéreo, começam a surgir promoções pontuais para destinos nos Estados Unidos: assine a entrega por Whatsapp do site Viagensnaweb.com

Desde novembro de 2016, o Banco Central autoriza os emissores de cartão de crédito internacional a oferecerem aos clientes a opção de travar a cotação da moeda estrangeira no dia da compra. Ou seja, você compra já sabendo o quanto vai pagar em real. Por enquanto, apenas a Caixa aderiu à facilidade – se é o seu caso, ligue para a central de atendimento. Sobre cartões de crédito emitidos por outros bancos, leia mais em bit.ly/fldolaralto. COLABOROU TANIA VALERIA GOMES, ESPECIAL PARA O ESTADO

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Marina Vaz, O Estado de S.Paulo

19 Junho 2018 | 04h30

Em uma cadeira que simula a microgravidade, a sensação é de flutuar no espaço. Mas nem pense que basta curtir a leveza: também é preciso se locomover apoiado em barras, abrir e fechar portas, entre outras tarefas. Tudo como um astronauta de verdade faria numa missão espacial. 

Astronaut Training Experience, ou ATX, é uma das novidades do complexo turístico Kennedy Space Center, que pertence à Nasa e fica perto da estação de lançamento de foguetes da agência espacial americana no Cabo Canaveral. Estreou em meados do primeiro semestre deste ano e tem como objetivo fazer os turistas se sentirem como astronautas por um dia. Com duração total de cinco horas e custo de US$ 150, a atração foi desenvolvida com a ajuda de veteranos da Nasa. 

Em um de seus módulos, com óculos de realidade virtual e luvas com sensores de movimento, o “astronauta” se vê em um planeta distante e tem de carregar caixas, abrir portas e apertar botões. Parece mais fácil do que é, o que causa boas risadas.

Outro recém-lançado é o programa Mars Base 1, com sete horas de duração (US$ 200). Na estação batizada de Centro de Operações, você gerencia, por meio de computadores, comunicações com Marte, análises cartográficas, informações relativas à manutenção do hábitat e até situações de emergência. As luzes piscando e os sinais de alerta criam uma tensão bem real.

Prepare-se também para programar robôs a cumprirem tarefas e para testar sistemas de iluminação e injeção de nutrientes em vegetais, numa simulação de cultivo de alimentos em Marte. Entre eles, tomate, alface e mostarda – que, depois, serão realmente enviados para o espaço. “Os tomates não estão indo muito bem”, lamenta a guia.

 

Clássicos

O Kennedy Space Center existe desde a década de 1960, mas ganhou investimentos de mais de US$ 300 milhões a partir de 1995. O parque temático inspirado no programa espacial dos Estados Unidos tornou-se, assim, uma das grandes atrações da Flórida. O pavilhão Space Shuttle Atlantis exibe o ônibus espacial original, além de vídeos e instalações imersivas. Um simulador de lançamento dá ao visitante a experiência de deixar a superfície da Terra em direção ao espaço. Em depoimentos exibidos antes da “jornada”, astronautas que testaram a simulação dizem que ela é mesmo bem realista.

Na ala Heroes and Legends, uma das atrações mais recentes, os pioneiros do programa espacial norte-americano são homenageados. Há um hall da fama com mais de 90 astronautas que se destacaram na Nasa.

De ônibus, incluído no ingresso, os turistas são levados ao Apollo Saturn V Center. É onde estão os detalhes das missões Apollo – inclusive a 11ª, que chegou à lua. Estão expostas cápsulas em que viajaram astronautas e roupas originais. O ingresso do Kennedy Space Center custa US$ 50: kennedyspacecenter.com

Almoço com o astronauta

Na visita ao complexo, por mais US$ 30 é possível participar de almoço com um astronauta da Nasa, num salão de eventos (reserve).

O bufê, saboroso, inclui pães e antepastos, saladas, pratos quentes, sobremesas e bebidas à vontade. Chegue um pouco antes do horário marcado, sempre ao meio-dia, e vá logo se servir, para evitar o horário de pico da fila e não perder nada da apresentação do astronauta, que começa rapidamente. Com fotos e vídeos, ele mostra curiosidades como o desafio de montar, no espaço, um sanduíche de geleia e pasta de amendoim. Responde a perguntas da plateia e tira fotos com os participantes. Uma experiência bem simpática. 

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Marina Vaz, O Estado de S.Paulo

19 Junho 2018 | 04h30

Teoricamente, são as crianças de 2 a 12 anos o público da Legoland. Inclusive, as atividades terminam cedo, às 17 horas. Mas você, que já passou um tanto dessa faixa etária, não precisa ficar constrangido se, por acaso, seus níveis de adrenalina subirem em brinquedos aparentemente inofensivos (sim, isso é uma confissão). 

Pode ocorrer no Mia’s Riding Adventure, uma mistura de barco viking com carrossel, em que os tons de rosa e o fato de você se sentar em simpáticos cavalinhos não deixam muita brecha para gritos desesperados. Mas não se engane: aquele disco que gira, e que sobe, e que desce, a princípio de forma suave, vai ficar mais rápido. E aí você terá de provar o quão adulto é. Eu não passei no teste. 

Mundos paralelos

O mesmo acontece com a mais recente novidade do parque, The Great Lego Race, uma montanha-russa que, desde o final de março, ganhou o reforço bem interessante e divertido de uma experiência de realidade virtual. Ao sentar no carrinho e colocar os óculos, você se vê dentro de uma corrida de carros... de Lego, claro. Enquanto espera a partida, olha para um lado e para o outro, e a plateia vibra, como se você fosse uma estrela das pistas.

A corrida começa: curvas; ultrapassagens; desvios; batidas; objetos, como pneus, vindo em sua direção. Tem início uma leve subida, mas, veja só, a pista não foi finalizada. E seu carro despenca penhasco abaixo. Nessa hora, é difícil dizer o que é melhor: estar sem os óculos, vendo o carrinho da montanha-russa descer nos trilhos, ou com eles, presenciando, em detalhes, uma queda no abismo. Na dúvida, feche os olhos por dentro dos óculos (é sério; funciona). Ao sair de lá, a questão que mais instiga é como as crianças podem deixar o brinquedo tão tranquilas e sorridentes.

Outra atração mais recente – quem foi ao parque antes de janeiro de 2017 não viu – é Lego Ninjago The Ride, em que os visitantes embarcam em um carrinho com até quatro pessoas para um percurso no escuro. Com óculos 3D e efeitos especiais como calor e neblina, a ideia do jogo é que os participantes ataquem os vilões com bolas de fogo e raios, que são disparados a partir de movimentos “ninjas” feitos com as mãos. Dica: quanto mais ágeis e sequenciados forem seus disparos, maior será sua pontuação final. Sei disso porque ganhei com folga de todos. Até pensei em chegar para alguém com menos de 12 anos e dizer “quem está rindo agora?”, mas achei que poderia soar infantil.

Aberto desde 2011, em Winter Haven, o Legoland Florida Resort ocupa uma área de 600 mil metros quadrados, com cerca de 50 atrações. Para relaxar entre uma brincadeira mais radical e outra, reserve um tempo para ver com calma as incríveis miniaturas de cidades feitas com pecinhas de Lego, na Miniland USA. Em poucos metros, é possível visitar Las Vegas, Nova York, Hollywood e São Francisco. Tem até uma área dedicada ao universo da saga Star Wars, com direito a réplica da nave Falcon – umas das novidades de 2018 no parque. 

Outra opção mais tranquila é passear pelos Cypress Gardens, área verde mantida do antigo parque homônimo que funcionou, durante décadas, onde hoje está a Legoland. Mais uma atração cheia de história: o The Grand Carousel é um carrossel que foi herdado do mesmo Cypress Gardens, fundado nos anos 1930. A estrutura básica do brinquedo foi preservada, e a ela foram incorporados elementos do universo Lego.

O ingresso sai por US$ 93,99. Para dias quentes, vale comprar o ingresso que dá direito ao parque aquático Legoland Water Park por US$ 116,49. Há descontos para crianças e para compra antecipada pelo site: legoland.com/florida.

CONFIRA A ÁREA NINJAGO E OUTRAS ATRAÇÕES DA LEGOLAND

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Marina Vaz, O Estado de S.Paulo

19 Junho 2018 | 04h30

Vale a pena dar um tempo e, para variar, trocar os parques cheios de brinquedos por passeios em meio à natureza. E, o melhor, sem pagar nada por isso. Uma das características geográficas da Flórida são seus pântanos – e você pode ter uma experiência leve e interessante neste ecossistema no Circle B Bar Reserve

A reserva ocupa um terreno de cerca de 5 mil metros quadrados junto às águas do Lago Hancock. Recuperado a partir dos anos 2000, o solo pantanoso da região sofreu, durante sete décadas, ações de drenagem para dar lugar à pecuária. Hoje, a paisagem é bem diferente. 

As trilhas são agradáveis e de baixa dificuldade – por isso, concentre a atenção nas diversas espécies de pássaros e plantas. Em um passeio em carro aberto, também gratuito, surgem nas margens do lago os famosos alligators, os típicos jacarés-americanos. Steve, o guia voluntário que acompanhou meu grupo, apontou para um deles, que nem se abalou com a nossa presença: “Este não é um bom alligator. O bom é aquele que foge quando nos aproximamos.” O belo percurso, que também pode ser feito a pé, seguiu sem sustos. 

A reserva fica a 40 minutos de Orlando.

Jardins de sons

 

Na entrada principal do Bok Tower Gardens, uma frase instiga os visitantes. É algo do tipo: “Torne o mundo um pouco melhor ou mais bonito por você ter vivido nele.” 

A mensagem foi dita pela avó de Edward W. Bok, editor holandês radicado nos Estados Unidos que abriu ao público os jardins em Lake Wales (1 hora de Orlando), em 1929. A extensa área verde, com cerca de 280 hectares, circunda a Singing Tower, uma torre com mais de 60 metros ornamentada com mármore rosa nos estilos neogótico e art déco. Diariamente, às 13h e às 15h, ocorre um concerto em que o carrilhão com 60 sinos de bronze no topo da torre é tocado ao vivo; e as gravações destes sons são executadas a cada meia hora, com uma mescla de repertório erudito e popular. Os sons invadem as trilhas do parque, um acompanhamento encantador para o canto das cerca de 120 espécies de pássaros que vivem ali. Custa US$ 20.

Crianças no jardim. Inaugurado em 2016, o Hammock Hollow Children’s Garden é um espaço voltado especialmente para as crianças. Mas não espere um playground – é bem melhor do que isso. O calçamento revela discretas imagens de animais como sapo, coelho e tartaruga. Uma área com areia convida a brincar com baldes. Esguichos de água saem de pedras. Entre as árvores, cordas trançadas como teia, para explorar. No meio da trilha, instrumentos gigantes de madeira e tubos metálicos incentivam o gosto por fazer música. Há ainda área para desenho e pintura e palco para brincar de teatro. 

 

DÊ O PLAY! ORLANDO PARA ALÉM DOS PARQUES DE DIVERSÃO

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Marina Vaz, Cabo Canaveral

19 Junho 2018 | 04h40

Dos dois hotéis temáticos Lego, colados ao parque temático do grupo, a um resort inspirado no universo dos cowboys, sugerimos alternativas de hospedagem no centro da Flórida. Na hora da fome, anéis de cebola, fish and chips e sobremesas supercalóricas, como a típica torta de limão, em quatro restaurantes para não perder.  

ONDE FICAR

LEGOLAND HOTEL E LEGOLAND BEACH RETREAT

Para quem quer uma imersão completa no universo Lego, há dois hotéis oficiais que contam com decoração temática – da fachada aos quartos, passando pelas áreas comuns e pela piscina. Colado à portaria do parque está o Legoland Hotel. Em sua entrada principal, uma torre revela um relógio e um dragão, feitos com milhares de pecinhas. Os quartos estão divididos em andares temáticos, como Reino, Aventura e Pirata, e a diária para família de até cinco pessoas custa a partir de US$ 285. Já o Legoland Beach Retreat, mais novo e localizado em frente ao parque, às margens do Lake Dexter, encanta pela decoração praiana e por bangalôs que formam pequenas vilas ao ar livre, com vista para o lago e até trilha sonora de surf music instrumental. Nele, o chalé para dois adultos e até três crianças tem diárias a partir de US$ 135.

HAMPTON INN BY HILTON COCOA BEACH

Entre as águas doces do Banana River e o mar de Cocoa Beach, o hotel  fica a meia hora da entrada para visitantes do Kennedy Space Center. Os quartos são modernos e confortáveis, com portas voltadas para um corredor aberto, de onde se vê a cidade e parte da praia. Neles, a varanda com poltrona também é bom lugar para aproveitar a vista e descansar depois de um dia de passeio. A diária para duas pessoas sai a partir de US$ 151.

BALMORAL RESORT FLORIDA

Inaugurado há pouco mais de um ano, o resort em Haines City tem boa infraestrutura – com piscina, parque aquático, bar, restaurante, salão de jogos, academia e cinema – e diversas casas com até seis suítes para aluguel. Modernas, bem decoradas e totalmente equipadas, inclusive com roupa de cama e banho, a maioria delas conta também com piscina particular. A diária para uma casa de três dormitórios, que comporta até oito pessoas (considerando duas pessoas no sofá-cama da sala de TV), tem preços a partir de US$ 249 – mais cobrança única de taxa relativa à limpeza, que gira em torno de US$ 150. Em 2019, está prevista, ali, a abertura de uma escola de esportes, com modalidades como futebol de praia, golfe e futebol – esta última contará com o programa de treinos Lições do Ronaldo, assinado pelo jogador brasileiro Ronaldo Nazário.

WESTGATE RIVER RANCH RESORT & RODEO

Pense num clima bem… americano. Multiplique por dez e você terá ideia de como é este resort em River Ranch. Sua decoração é toda inspirada no universo dos cowboys – tem até um saloon com bar e balada –; o local tem área para prática de tiro; e opções de dormitórios em formato de tendas indígenas típicas da América do Norte. Na extensa área ao ar livre, há casas para aluguel, marina com passeios de barco, campo de golfe, curral com cavalos e pôneis, área para acampamento e um espaço dedicado ao glamping, uma junção de glamour com camping. Por fora, as grandes barracas brancas têm aspecto rústico; por dentro, camas, armários de madeira e ar-condicionado. Os banheiros ficam na área externa (momento camping), mas cada família usa sua própria cabine, trancada à chave e com toalhas à disposição (um toque de glamour). O aluguel de uma cabana para até quatro pessoas custa a partir de US$ 232. Entre as barracas do glamping, há espaço para fogueira rodeada com cadeiras de balanço de madeira – para um marshmallow no espeto, claro.

ONDE COMER

HARRY'S SEAFOOD BAR AND GRILLE

Em Lakeland, de frente para uma praça e a poucos metros do Lake Mirror, um dos muitos lagos da região, o bar e restaurante se inspira em Nova Orleans. O local atrai famílias e grupos de amigos com pratos à base de peixes, frutos do mar e carnes, na faixa de US$ 15 a US$ 20. Para acompanhar cervejas, vinhos ou drinques, prove os tomates verdes fritos com queijo feta. E, para quem não tem problemas de colesterol, a sobremesa Oreo Beignets traz biscoitos Oreo empanados, com calda de chocolate. Não é que é bom?

HARBORSIDE

Com deck de madeira e amplas janelas, que permitem ver o pôr-do-sol à beira das águas do Lake Shipp, na cidade de Winter Haven, o restaurante tem cardápio variado, com peixes, ostras, lagostas, carnes, massas, saladas e sanduíches. Além dos pratos principais, que custam em média US$ 20, há petiscos típicos, como pedaços de cauda de jacaré (ou alligator) à milanesa. Não saia de lá sem provar a ótima torta de limão da casa, a Key Lime Pie, receita que marca presença em boa parte dos restaurantes da Flórida.

HARRY’S OLD PLACE

Ocupa uma casa simples de madeira, decorada com motivos náuticos e às margens do Lake Ned. É frequentado mais por moradores do que por turistas. No salão, uma lousa indica os peixes frescos servidos no dia, como haddock e salmão, com seus respectivos preços. Por cerca de US$ 18, o prato é servido com dois acompanhamentos à escolha, entre salada, vegetais cozidos e batata frita. Há ainda petiscos fritos como fish and chips, crepes e sanduíches, que saem, em média, por US$ 10.

PELICAN’S BAR & GRILL

Com deck suspenso e vista panorâmica para o mar de Cocoa Beach, no Cabo Canaveral, o bar e restaurante é uma das opções que movimentam o píer do local, principalmente nos fins de tarde. Comece com os anéis de cebola fritos e, depois, escolha um dos pratos, que custam, em média, US$ 15. Entre eles, muitos frutos do mar, como mexilhões e camarões, além de tacos e sanduíches. Para acompanhar, tem a batata frita da casa, gorducha e em forma de espiral, servida com molho caseiro – imperdível.

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