Passagem entre oceanos, o orgulho nacional

O Canal do Panamá, aquele de que todo mundo ouviu falar na escola, é o orgulho dos moradores. Uma das maiores obras de engenharia da humanidade, de 1914, liga os oceanos Atlântico e Pacífico e foi o responsável por colocar o país no mapa. Reservar duas horas para visitar a eclusa de Miraflores, a 20 minutos do centro, é indispensável para que a viagem seja completa.

O Estado de S.Paulo

21 Fevereiro 2012 | 03h07

Aberto 24 horas nos 365 dias do ano, o Canal do Panamá movimenta cerca de 5% do comércio mundial. Em Miraflores, é possível ver de perto a passagem das embarcações. Se der sorte, o visitante pode acompanhar um grande navio acionar a eclusa, que comporta barcos de até 32,3 metros de largura - com meio metro de "folga" em cada lado. Por ano, entre 12 mil e 14 mil navios usam o canal.

Ao longo dos 79,6 quilômetros de extensão há mais duas eclusas (Gatún e Pedro Miguel), usadas para as embarcações atravessarem o istmo pelo Lago Gatún. Miraflores está aberta todos os dias, das 9 às 17 horas, por US$ 8, com apresentações. Você pode optar por ver apenas o terraço (US$ 5) e deixar a parte histórica para o Museo del Canal Interoceánico, no Casco Viejo.

No caminho para Miraflores, peça ao taxista para percorrer as ruas de Balboa. O bairro, que antigamente era reservado às famílias dos norte-americanos que trabalhavam no canal, hoje é o centro educacional do Panamá, com prédios de universidades e escolas tradicionais. / B.D.

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