Patrimônio com trilha sonora exclusiva

Patrimônio com trilha sonora exclusiva

A cidade de Bergen é tida como a porta de entrada para os gloriosos Hardangerfjord e Sognefjord, que você conhece em tours de catamarã

Roberto Almeida, O Estado de S.Paulo

13 Abril 2010 | 02h13

        No alto. Vistas a partir do mirante, as casinhas coloridas da cidade mais parecem de brinquedo. Foto: Roberto Almeida/AE               

BERGEN - A cidade de Bergen, no oeste da Noruega, é considerada o portão de entrada para os fiordes. O viajante tem nela a base para os passeios de barco nos principais vales noruegueses: o Hardangerfjord e o Sognefjord.

O trechos nos fiordes são de pura paz e encontro com a natureza. Os catamarãs, espaçosos e bem equipados, oferecem vistas espetaculares das montanhas que ladeiam o mar. Em ritmo tranquilo, deslizam por cidadezinhas e vilas, passam por pequenas fazendas produtoras de maçã e hotéis charmosos.

Há momentos de monotonia, claro, principalmente porque tudo depende da sorte do viajante. É indispensável levar uma capa de chuva. Mas quando o sol desponta por entre as nuvens e o céu azul reaparece, é uma festa de cores. Arco-íris, aqui e ali, brotam perfeitos, com começo meio e fim.

 

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Como trilha sonora, é bom lembrar que Bergen tem a sua ? e bastante condizente com o clima dos fiordes. O principal compositor norueguês, Edvard Grieg, nasceu lá. E musicou a peça Peer Gynt, de Henrik Ibsen, de maneira tão magistral que um dos temas, Amanhecer, é conhecido mundialmente.

Amanhecer, além de combinar muito bem com os fiordes, também combina com um bom dia em Bergen. Dois caminhos são essenciais na cidade: a passagem pelo casario hanseático, Patrimônio Mundial da Unesco, e a ida ao Floyen, o ponto mais alto da cidade, para admirar a vista.

Antes, de entrar no casario, porém, vale passar pelo Museu Bryggen para conhecer melhor a história dessas construções. As casas, montadas há 400 anos como depósitos por mercantes alemães, são todas em madeira.

Coloridas em amarelo e vermelho, lado a lado, dão charme à cidade. Sobreviveram a diversos incêndios e problemas de infiltração no solo. No museu estão peças da idade média, como runas e armas encontradas nas escavações realizadas para proteger o casario.

De cima, as casinhas parecem de brinquedo. Para ter essa sensação é preciso embarcar no Floibanen, um trenzinho que sobe a montanha mais alta de Bergen.

O movimento da cidade e dos barcos, espalhados até onde a vista alcança, entre ilhas e o fiorde, é um espetáculo à parte para o viajante.

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