Bruna Tiussu/ AE
Bruna Tiussu/ AE

Pelos salões e lendas do Castelo de Chillon

O clima sombrio, com pouca iluminação, e as prateleiras empoeiradas ajudam a transportar o turista para o cenário das histórias descritas por Lord Byron, Victor Hugo e Jean-Jacques Rousseau. Afinal, foi ali nos salões do Castelo de Chillon, que os célebres autores buscaram inspiração para ambientar seus famosos escritos.

Bruna Tiussu/ MONTREUX, O Estado de S.Paulo

05 Junho 2012 | 03h21

Construído no século 12 em uma pequena ilha do Lago Genebra, é considerado o mais bem conservado palácio suíço, que já esteve nas mãos de três famílias da nobreza. As amplas salas mantêm bela mobília, lustres impressionantes e os mais variados utensílios de cozinha. Já os quartos, com poucos móveis, todos de madeira escura, contribuem para a atmosfera misteriosa do local. Assim como o subsolo, que conserva umidade exagerada, ainda guarda sacos de mantimentos e, lá no passado, chegou a ser usado como prisão.

Para visitar todos os cômodos, o sobe e desce de escadas ora de madeira, ora de concreto parece não ter fim - mas é essencial. A sugestão é visitar a construção com a ajuda de um audioguia, pois não há placas informativas espalhadas pelo local. Seguindo a numeração indicada, o tour será completo, com todos os detalhes, histórias e lendas que cercam o castelo.

A entrada custa 12 francos suíços (R$ 25) e o aluguel do audioguia sai por 4. Visitantes munidos de um iPhone podem optar pelo aplicativo, disponível para download no site chillon.ch, por 5 francos suíços (R$ 10).

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