Lucas Jackson/Reuters
Lucas Jackson/Reuters

Poucos dias para ver o indispensável na Islândia

VIAJE NA PERGUNTA:

Ricardo Freire, Estadão

20 Maio 2014 | 16h47

O que é imperdível em 5 dias na Islândia? Vamos sair de Londres (Cintia, São Paulo)

O ideal seria dispor de 7 a 10 dias para esta viagem. Mas com cinco dias dá para passar em revista as atrações principais: águas geotermais, gêiseres e geleiras. Se possível, deixem para chegar à Islândia depois de já terem se acostumado ao fuso horário europeu, para que acordar cedo não seja uma tortura.

Programem um voo que chegue ainda de manhã a Keflavík, o aeroporto que serve a capital Reykjavik. Saiam de carro alugado e aproveitem para já dar uma paradinha para um mergulho nas águas quentes e borbulhantes da Lagoa Azul, que fica pertinho do aeroporto (23 quilômetros; depois serão mais 42 quilômetros até a cidade). Passem duas noites em Reykjavik; escolham um hotel central, como o Radisson Blu, o Reijkavík Marina ou o econômico City Center.

No segundo dia, façam o roteiro mais popular da Islândia: o Círculo Dourado, uma rota elíptica de 270 quilômetros de extensão que leva ao parque nacional Thingvellir (local onde, já no século 10, o Parlamento islandês se reunia ao ar livre); à região de gêiseres de Strokkur – onde vocês vão poder ver erupções a cada 10 ou 15 minutos – e à cachoeira de Gulfoss. Depois, retornem à capital. 

No terceiro dia vocês percorrerão 200 quilômetros entre Reykjavik e Vík, pela costa sul, passando pelas cachoeiras de Seljalandsfoss e Skógarfoss; aproveitem para visitar o museu folclórico de Skógar, que detalha o modo de vila islandês. Durmam no minúsculo vilarejo de Vík, com vista para uma baía enfeitada com formações rochosas que emergem do oceano. Considerem como boa opção o hotel Vík í Mýrdal. 

O quarto dia será devotado às maravilhas geladas da Islândia. O Parque Nacional Skaftafell está a 140 quilômetros de Vík, ao pé do glaciar Vatnajökull. Mais 60 quilômetros na direção leste e vocês chegam à lagoa glacial Jokulsarlon, onde devem fazer o passeio de barco. Voltem 120 quilômetros para dormir esta noite em meio à natureza de Kirkjubaejarklaustur; por ali, o hotel Laki se destaca pela arquitetura escandinava.

Reykjavík estará a 260 quilômetros. No meio do caminho, vale parar no santuário de pássaros de Dyrhólaey (mas verifiquem antes se estará aberto, pois fecha na temporada de acasalamento). Caso não tenham tido tempo para ir à Lagoa Azul no dia da chegada – ou queiram repetir a experiência –, esta é uma ótima oportunidade. 

Aproveitem: o país é lindo, as experiências são espetaculares e as fotos sairão magníficas. O difícil vai ser escrever as legendas...

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