Praia da Parnaioca

Talvez seja o isolamento - são três horas de caminhada na mata cerrada desde Dois Rios, ou seis a partir do Abraão. A quase insignificante presença humana - oficialmente, apenas seis pessoas moram ali. A exuberância natural. O fato é que a Praia da Parnaioca é um dos cantos mais especiais da Ilha Grande.

O Estado de S.Paulo

26 Março 2013 | 02h11

Eram mais de mil moradores 50 anos atrás, gente que vivia em fazendas de café. Mas, hoje, fora de temporada, é fácil se sentir Tom Hanks em O Náufrago. Há uma igrejinha e um cemitério, e só. O resto é areia, mar transparente e muito verde. Nos costões é possível fazer snorkeling com tartarugas. No canto direito da praia, um rio forma uma piscina natural. Rumo à mata há uma pequena cachoeira.

A vila tem duas vantagens em relação a Dois Rios. A primeira é o pôr do sol de cair o queixo. A outra é que o pernoite é permitido em dois campings. O da Janete (janetebjfarias@yahoo.com.br) cobra R$ 15 por pessoa por noite e serve boas refeições. Sem falar nos papos com Seu João e Dona Zaira, pais da proprietária.

Da Parnaioca até a Praia do Aventureiro é proibido seguir a pé - a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, controlada pelo Instituto Estadual do Ambiente, é de total proteção e nem vale a visita. Ao reservar o camping, já combine o traslado de barco.

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