Receita faz 'incertas' nos aeroportos

Três amigas, 20 dias entre Veneza e Paris, via Suíça e Alsácia. Qual o melhor roteiro? (Adriana, São Paulo).

RICARDO , FREIRE, O Estado de S.Paulo

24 Janeiro 2012 | 03h12

Voem até Veneza e fiquem três noites. Trem a Milão (duas noites). Trem a Lugano; uma noite e então peguem o Wilhelm Tell Express, que cruza os Alpes e emenda numa travessia lacustre a Lucerna. Três noites (façam bate-volta a Interlaken) e trem a Colmar ou Estrasburgo. Três noites e trem a Paris.

Qual é o melhor custo-benefício da Polinésia Francesa? Será Raiatea? (Mário, São Paulo).

Sim, Raiatea e sua satélite Tahaa estão entre as ilhas menos exploradas da Polinésia. Há desde caríssimos bangalôs sobre a água até lodges e pensões (veja em raiatea.com). O voo desde Papeete leva 40 minutos. Bora Bora está a 15 minutos de avião. Barcos não são frequentes. A época seca vai de maio a setembro.

Ano passado os brasileiros gastaram meio PIB do Uruguai no exterior. E a Receita Federal dá mostras de que não está feliz com a farra das compras. Desde a virada do ano a agência deu para realizar blitze aleatórias: de vez em quando um voo é escolhido e todos os passageiros revistados com rigor extra. Em alguns desses pentes-finos, nem roupas para uso próprio têm escapado à taxação.

Sem estrutura (nem espaço nos aeroportos) para fiscalizar todos os passageiros, o objetivo da Receita parece ser o de contar com o boca a boca dessas operações para inibir o consumismo dos viajantes. Se você vai viajar, leve com você as notas de aparelhos importados comprados em viagens anteriores; você pode precisar.

* Acompanhe o caminho do colunista

em viajenaviagem.com. Esta semana,

Ricardo Freire está em São Paulo

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