Relíquias de Napoleão longe do solo francês

Santa Helena é a mais solitária ilha do Atlântico, depois de Tristão da Cunha: fica a longínquos 2.800 quilômetros da costa africana. Tais condições a credenciaram para servir de exílio a Napoleão Bonaparte entre os anos de 1815 e 1821, data da morte do imperador. Sua casa, batizada de Longwood House, a prisão onde ele foi confinado inicialmente, Briars Pavillion, e sua tumba estão abertos a visitação e são as atrações mais populares de toda a ilha.

O Estado de S.Paulo

03 Abril 2012 | 03h10

Os restos mortais e principais pertences de Napoleão, contudo, foram levados à França. Ainda assim, Longwood House é, provavelmente, o mais interessante museu sobre o imperador francês. Mobiliário, pertences de escritório e uma impressionante coleção de cartas e manuscritos estão reunidos ali, espalhados pelos cômodos onde ele viveu.

Logo na sala principal estão ícones do figurino de Napoleão: seus célebres chapéu e capa ficam dispostos sobre a espreguiçadeira predileta do imperador. Ali estão ainda a escrivaninha, o piano e o globo terrestre.

Curiosamente, a tampa da lápide original foi trasladada para o quintal da casa depois que os restos mortais de Napoleão seguiram para a França. / M.C.

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