Bruna Toni/Estadão
Bruna Toni/Estadão

Roteiro de um dia em São Pedro começa com café colonial e termina com tirolesa

Na mesma estrada onde um café colonial é servido chega-se a dois parques com vistas privilegiadas da região; passeio termina com mais aventura e comida no Rancho da Tirolesa

Bruna Toni, O Estado de S.Paulo

21 de fevereiro de 2020 | 05h50

Roteiro de domingo em São Pedro começa com comilança pertinho da Serra e segue para parques e paradas de aventura.

Quintal da Serra Café Colonial

Pense numa ampla casa térrea com jardim, onde mesas rústicas são preenchidas com todo tipo de delícia: pão de queijo quentinho, bolos, ovos mexidos, geleias, pudim. Tudo entre louças delicadas, que provocam ainda mais nossa vontade de passar longas horas ali.

Assim é o café da manhã de estilo colonial do Quintal da Serra idealizado por Rosemeire Viana de Brito, que no ano passado transformou parte de sua casa em local para comilança e eventos. Em dias de sol, dá para aproveitar as mesas do jardim. Nos de chuva, como o domingo em que fomos, também é bom: ficar dentro da casa, vendo a água cair enquanto comemos quitutes deliciosos é reconfortante. Abre para café aos domingos, entre 8h e 12h.

Parques do Cristo e Marcelo Golinelli

Depois de tomar o café, siga pela mesma estrada por 3 km para chegar a dois parques, o Marcelo Golinelli e o do Cristo Aureliano Esteves, um na frente do outro – ambos gratuitos e abertos diariamente, das 8h às 21h.

No primeiro, o atrativo é a vista da região, com seus longos campos e casas espaçadas, e a possibilidade de praticar voo livre. Quando fomos estava ocorrendo também o 1º Sunset das Artes, promovido pelo hotel-escola do Senac em Águas de São Pedro em parceria com a prefeitura de São Pedro. Drinques e comidas elaborados pelos alunos estavam à venda e o visitante podia curtir os shows no palco a céu aberto deitado no gramado.

Já o segundo parque, do Cristo, é cartão-postal. No ponto mais alto da cidade, a 900 metros de altitude, está a versão são-pedrense do Cristo Redentor, com 15 metros de altura (o do Rio de Janeiro tem 38 metros). Para chegar a ele, é necessário subir 124 degraus, seguir por uma trilha ou ir de carro. Há ainda capela, lanchonete, parque infantil e loja de artesanato. 

Rancho da Tirolesa

O tempo nublado não permitiu que “abraçássemos” São Pedro a bordo da tirolesa do Rancho (R$ 45) ou que andássemos a cavalo (R$ 30). Mas almoçamos no seu restaurante, com culinária rural de fogão a lenha (tem café da manhã, almoço e petiscos).

O serviço é à la carte e gasta-se em média R$ 35 por pessoa. Bom preço e com vista privilegiada, mas serviço mediano. Em tempo chuvoso, pode ser menos confortável, já que é aberto. Também dá para ir só para contemplar o visual (sem pagar por isso), tomar um cafezinho e se despedir de São Pedro antes de pegar a estrada de volta à capital do Planalto.

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