Matthew Farrell
Matthew Farrell

Rotina animal

Exótica e farta

O Estado de S.Paulo

05 Dezembro 2017 | 04h27

Para não confundir 

É difícil entender as diferenças sem vê-las de perto. O básico: lobos-marinhos têm orelhas e focas, não. As de Weddell têm manchas pela barriga e cabeça pequena.  Já as focas-leopardo são um pouco maiores (chegam a quase 4 metros), mais agressivas e têm o focinho arredondado. 

Voar, voar 

A maior parte das aves vistas na viagem não voa (sim, estamos falando dos pinguins). Mas outros pássaros marcam a jornada. O albatroz-real e o albatroz-errante têm envergadura de até 3,50 metros e são as maiores aves do mundo. Os petréis-gigantes têm olhar ameaçador e comem carniça. Já o biguá-das-shetland exibe uma mancha azul ao redor dos olhos. 

Rainhas do mar 

Nenhum outro lugar do planeta concentra tantas espécies diferentes de baleia – os meses de janeiro e fevereiro são os melhores para avistá-las. Mais numerosas, as jubarte começam a chegar em novembro com filhotes. Com até 27 metros e menos rara do que a azul, a baleia-sei é a segunda maior do mundo. Orcas são raras, mas podem dar as caras em grupos.

O dono do harém 

Elefantes-marinhos até toleram outros machos ao redor, desde que não mexam com seu harém – que pode chegar a 50 fêmeas. Muito maiores, os machos podem ultrapassar os 6 metros de comprimento e 3 toneladas, enquanto as fêmeas não passam dos 3 metros. Vivem 80% do tempo no mar e podem mergulhar a profundidades de até 1.600 metros.

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