Alessandro Bianchi/Reuters
Alessandro Bianchi/Reuters

Selo de origem, uma ideia levada a sério na região

Conheça melhor os ingredientes da região e decida o que comer

Vitor Marques, O Estado de S. Paulo

20 Fevereiro 2018 | 03h30

Produtos locais que levam selos de origem controlada são sempre os destaques nas barracas que vendem produtos frescos em feiras ao ar livre e nas osterias, os pequenos e simpáticos restaurantes tipicamente italianos que fazem a alegria dos visitantes na zona do Quadrilátero de Bolonha.

Basta dar uma olhada nos menus para se ter uma ideia do quanto é importante, aqui, o local de produção daquilo que se leva à boca: mortadella di Bologna, prosciutto di Parma, culatello di Zibello, parmigiano reggiano, aceto balsamico di Modena. O vinho local é o frisante Lambrusco, que vai bem com os embutidos.

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Todas essas iguarias e produtos são feitos na Emília Romana. A região têm registrados 42 produtos com selos DOP (Denominação de Origem Protegida) e IGP (Indicação Geográfica Protegida).

Você encontra tudo isso à venda pelas ruas do Quadrilátero, para comer lá mesmo ou levar. Um bom passeio em Bolonha é andar de osteria em osteria no fim da tarde, provando pequenas porções de embutidos e outras delícias locais, até decidir onde e o que comer no jantar. Entenda melhor os ingredientes da região. 

 

Mortadella di Bologna

A mortadela nasceu em Bolonha, onde é reverenciada. Presente nos menus como entrada (antipasti) ou, claro, como recheio nos paninis (sanduíches). É rosada, úmida e perfumada.

Parmigiano reggiano

O “verdadeiro” parmesão. Um dos queijos de origem controlada mais conhecido em todo o mundo. Os que são envelhecidos por mais tempo (24 a 36 meses) têm sabor marcante. 

 

Culatello di Zibello

É a parte mais nobre do pernil suíno e tem sabor mais forte que o conhecido presunto parma. Raro – só 12 salumerias podem produzí-lo na região –, o quilo custa até 100 euros.

Aceto Balsamico di Modena

O aceto balsâmico tradicional é feito a partir do mosto da uva. Não leva nenhum corante. O tempo de envelhecimento em barris de carvalho é de no mínimo dois anos. Um vidrinho de 100 ml pode custar 80 euros. 

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