Mônica Nobrega/Estadão
Mônica Nobrega/Estadão

Som de cuíca

Na Nascente Areia que Canta, cristais de quartzo lembram instrumento musical

Mônica Nobrega, BROTAS / O Estado de S.Paulo

04 Julho 2017 | 04h15

Um por vez, turistas tiramos de um baldinho de madeira uma porção de terra que, esfregada entre as mãos numa certa velocidade, faz som de cuíca. Por vezes a mágica não acontece na primeira vez, mas não é difícil: meu filho de 6 anos logo conseguiu também. A areia vem do fundo de um poço raso formado por uma nascente. Fazê-la literalmente cantar entre os dedos é o principal chamariz do Hotel Fazenda Areia que Canta, complexo de hospedagem e ecoturismo que fica a 12 quilômetros do centro de Brotas por uma estradinha que começa na rodovia SP-225.

A Nascente Areia que Canta verte água límpida entre árvores e tem areia bem branquinha no fundo, formada por finos grãos de quartzo, os responsáveis pela música. No tour, que precisa ser acompanhado por um guia do hotel, os turistas podem também entrar na água, quatro por vez, sempre flutuando com ajuda de colete: pisotear o fundo prejudica a nascente, e por isso é proibido. 

Depois de flutuar na água gelada, o passeio guiado continua pelas corredeiras do Rio Tamanduá, entre cachoeiras e piscinas naturais onde as crianças se esbaldam.

O complexo ainda tem hotel (diária desde R$ 272 por pessoa), praia de rio, trilhas, fazendinha, passeio a cavalo e várias atividades ao ar livre.

Quanto custa > Pacote day use da fazenda, com almoço, de R$ 100 a R$ 140 para adulto. Criança até 11 anos paga meia: areiaquecanta.com.br.

Mais conteúdo sobre:
Brotas São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.