Arquivo/Estadão
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Sopa de tartaruga

Manaus

Adriana Moreira, O Estado de S. Paulo

20 Janeiro 2015 | 03h00

Numa época em que viajar de avião era para poucos, a reportagem de capa, que desbravava as atrações de Manaus, alertava que os navios de cruzeiros levavam apenas até Belém, por isso a única maneira era voar. Mas a maior curiosidade é culinária: carne de tartaruga ainda era uma iguaria comum. “Você poderá comer tartaruga do jeito que quiser: picadinho, peito, filé, ensopado”, dizia o texto, que alertava: “Algumas vezes, é preciso encomendar porque a tartaruga está desaparecendo da região”. A caça já era proibida, mas os restaurantes “davam um jeitinho” de agradar os clientes.

Outro artigo de destaque na edição foi a inauguração da Ponte do Rio Tejo ou Salazar – hoje, Ponte 25 de Abril –, entre Lisboa e Almada. Tratava-se, segundo o texto, da maior ponte pênsil da Europa, com mais de 2 quilômetros de extensão e 70 metros acima do nível do rio. Antes dela, a ligação entre as cidades se dava por barcas. Era, de fato, um marco: o primeiro projeto de ligação entre as cidades datava de 90 anos antes.

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