Tempo de diversão na beira do Tâmisa

Todo verão, a margem sul do Rio Tâmisa se transforma em um imenso playground, cheio de cores, sabores, diversão e arte para todos os gostos e bolsos. A maioria das atrações se concentra entre as pontes de Westminster e Waterloo, onde fica o complexo cultural Southbank Centre (southbankcentre.co.uk), formado pelo Royal Festival Hall, Queen Elizabeth Hall e Hayward Gallery.

ANA , GASSTON, O Estado de S.Paulo

19 Junho 2012 | 03h10

O Festival of the World, organizado pelo Southbank Centre, já começou e vai até 9 de setembro. Muitas das já conhecidas atrações ganharam reforço neste ano para acomodar o público extra que chega à cidade para a Olimpíada. Mesmo que o tempo não ajude ou se o lugar estiver abarrotado, dar uma volta pelo labirinto de concreto que liga os vários centros culturais é um passeio e tanto.

Não faltam restaurantes por ali, mas o Real Food Market, que funciona de quinta-feira a domingo, é a melhor pedida. Há comidas de vários lugares do mundo feitas na hora. Uma escada - que serve como assento para aqueles que não conseguem um lugar nas disputadas mesas - leva ao simpático restaurante Yalla Yalla, onde são servidas delícias da culinária libanesa.

Dali, avista-se dois robôs gigantes de madeira reciclada escalando o Queen Elisabeth Hall, mas há um jeito mais fácil de alcançar o topo do prédio. Uma mensagem em letras garrafais: Come on up! (Suba!), escrita em uma escada em caracol pintada de amarelo, mostra o caminho. O espaço forrado com grama e decorado com canteiros de flores é vigiado por um espantalho e conta com um bar e café. Tome alguma coisa ali admirando a vista que inclui London Eye e Big Ben.

Ao lado do Queen Elizabeth Hall, encontra-se o British Film Institute (BFI) e o National Theatre (nationaltheatre.org.uk) que, neste ano, adicionou a sua já extensa lista de cafés e restaurantes o bar pop-up Propstore. Bem na frente do Rio Tâmisa, o lugar todo de vidro foi decorado com objetos que fazem parte de cenário de peças de teatro.

Mas o melhor de tudo é a praia artificial à margem do rio que parece mais larga que em 2011 e ganhou bancos coloridos em forma de serpentina. Como se os londrinos não fossem se jogar na areia e construir castelos - mesmo que o cenário seja todo de mentira.

*É jornalista, paulistana e vive em Londres há 10 anos

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.