Ed Ferreira/AE
Ed Ferreira/AE

Toda a calmaria de São Tomé e Príncipe

Intensificar o turismo é uma das metas do governo de São Tomé e Príncipe em 2012. O órgão de turismo do país prepara a participação em feiras internacionais para divulgar seus atributos: a arquitetura colonial de São Tomé, a capital, e natureza nas duas ilhas principais que dão nome ao país.

07 Maio 2012 | 19h28

 

Seis horas de voo ligam Lisboa a São Tomé. Espere tranquilidade, simplicidade, um casario ora preservado, ora exibindo os sinais do tempo, e uma população alegre e receptiva. O turismo, afinal, está entre as principais fontes de renda deste país de apenas 160 mil habitantes, com opções de roteiro rural e de praia – incluindo mergulho e observação de baleias (stptourism.st).

 

Cerca de 11 mil pessoas (a maior parte delas vindas de Portugal) visitam o arquipélago anualmente. O clima tropical, com temperatura média de 26 graus e águas cristalinas e morninhas fazem do balneário um destino irresistível. A ilha de Príncipe, distante 150 quilômetros de São Tomé, tem faixas de areia ainda mais isoladas, e resorts com bangalôs à beira-mar cercados pela mata preservada, perfeitos para quem quer relaxar com muito sossego.

 

Assim como outras colônias africanas, São Tomé e Príncipe obteve a independência de Portugal só em 1975, mais de 500 anos depois de os primeiros navegadores aportarem por lá. Acredita-se que a área não era habitada quando os colonizadores se apossaram das terras – e escravos foram trazidos para trabalhar nas plantações de cacau e café. / ADRIANA MOREIRA

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