Todo o glamour das estações europeias

Picos nevados, descidas radicais e vilas charmosas aos pés dos Alpes - ou dos Pirineus - combinam a experiência de inverno na Europa. Esquiar na França, Itália, Suíça ou Alemanha atrai brasileiros não apenas pela neve de qualidade que cai em suas estações, mas principalmente pelo glamour.

O Estado de S.Paulo

18 Outubro 2012 | 03h13

A França já é consagrada. Courchevel (courchevel.com), a duas horas de carro de Lyon e Genebra, tem o maior número de hotéis de luxo e restaurantes estrelados, além de bares e casas noturnas onde você certamente verá alguma celebridade. A paisagem inclui nada menos que o icônico Mont Blanc, com seus 4.810 metros, e toda a vegetação que demarca as 119 pistas de diferentes níveis.

O Mont Blanc também se exibe em Chamonix (chamonix.com), onde 90% das pistas estão acima dos 2 mil metros de altitude. Por lá circula um público elegante, que curte o après-ski em lojas de grife, discotecas e restaurantes.

Na vizinha Suíça, montanhas com cumes branquinhos revelam um cenário bem típico na chiquérrima Saint Moritz (stmoritz.ch), cravada no Vale Egandine - ali, os esportes de inverno são só uma das opções. O resort promove em toda temporada eventos tradicionais que vão de concurso de hipismo a maratona de esqui, disputadíssimos pelos turistas.

Outra boa ideia é seguir para Zermatt (zermatt.ch) e suas 30 montanhas, que somam 400 quilômetros de área esquiável - Matterhorn, com 4.478 metros, faz mais sucesso. A duas horas de Zurique, a cidade tem boa infraestrutura de hospedagem e lazer, embora preserve o clima tranquilo.

A combinação perfeita de férias na Itália vai muito além das pistas: comer e beber bem são igualmente prioridades. Basta escolher o estilo do resort. Badalação é em Cortina D'Ampezzo (cortina.dolomiti.com), a 2 horas de Veneza. Para os que preferem um clima intimista, Bormio (www.bormio.it) e suas termas naturais são o destino ideal. Nos arredores, a montanha Livigno é o reduto dos snowboarders.

Na Alemanha, a estação mais famosa fica na Baviera, próxima a Munique, aos pés da montanha mais alta do país, a Zugspitze (2.962 metros). De nome difícil, Garmisch Partenkirchen (gapa.de) tem pistas para esqui, cross-country e downhills com declives de até 700 metros. Os menos radicais podem percorrer as trilhas pelas florestas de pinheiros com sapatos especiais para neve, escorregar nos tobogãs que ficam abertos também à noite e curtir a intensa programação cultural.

Se você acha que Espanha não combina com neve, acredite: o país tem regiões incríveis para esquiar. A principal é Serra Nevada (cetursa.es), na Andaluzia, com pistas radicais e áreas de lazer para não-esquiadores. O Principado de Andorra (www.skiandorra.ad), nos Pirineus, também lota no inverno. Tem 90 quilômetros de pistas entre pinheiros e, o melhor: fica a 200 quilômetros de Barcelona. /C.A.

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