Bruna Toni/Estadão
Bruna Toni/Estadão

Tudo que sabemos sobre as cidades-sede da Copa do Mundo

Descubra um pouco mais sobre a Rússia a partir das cidades que receberão os jogos do Mundial de 2018

Redação, O Estado de S.Paulo

17 Maio 2018 | 05h00

Falta menos de um mês para a Copa do Mundo da Rússia, e o Viagem Estadão preparou uma série de conteúdos especiais sobre o país-sede do torneio. No último mês de abril, a repórter Bruna Toni desembarcou em Moscou e São Petersburgo, as duas principais cidades que recebem o Mundial e as mais visitadas por turistas. De lá, ela trouxe roteiros de passeios, indicações de hospedagem e da culinária do país, além de informações sobre o clima e curiosidades sobre os costumes.

Abaixo, você encontra um pouco sobre Moscou e São Petersburgo e também confere dicas das outras nove cidades-sede da Copa. A íntegra do especial Rússia para Viagem, do Estadão, você lê aqui. Espere encontrar muitos palácios luxuosos, tradições e receptividade.

Moscou

Entre quadros nas fachadas de prédios antigos e arranha-céus, o atual centro político e econômico da Rússia se mostra de muitas formas. Aristocrática ao mesmo tempo que se pretende moderna, Moscou tem 12 milhões de habitantes e nove séculos de história. Do Kremlin à Catedral de São Basílio na Praça Vermelha, passando pelo grande museu que é seu metrô, a capital russa demanda uma estadia sem pressa. Confira dicas de passeios, hospedagem e indicações gastronômicas na reportagem de Bruna Toni para o especial Rússia para Viagem, do Estadão.

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São Petersburgo

Grande parte da história recente da Rússia foi escrita nas ruas e nos canais daquela que foi sua capital por dois séculos. Quem caminha hoje pela Avenida Nevsky não imagina que seus contornos barrocos e clássicos tenham sido traçados em tão pouco tempo. Projeto de Pedro, o Grande, primeiro imperador russo, São Petersburgo foi moldada para ser a janela da Rússia para o resto da Europa. Seu centro, o Rio Neva, os inúmeros canais – que renderam à cidade o apelido de “Amsterdã russa” –, o Peterhof, museus como o Hermitage e catedrais como a do Sangue Derramado são algumas das atrações. Confira outras aqui.

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Caliningrado

A 1.258 quilômetros de Moscou, espremida entre a Polônia e a Lituânia de um lado, e margeando o Mar Báltico do outro, Caliningrado é a mais ocidental das cidades-sede. Bombardeada na Segunda Guerra, a cidade foi ocupada pelos soviéticos, que derrubaram prédios para a construção de símbolos como o Castelo de Königsberg. A Catedral de Caliningrado é uma das poucas heranças da ocupação germânica pré-Guerra. Saiba mais sobre a cidade no especial Rússia para Viagem, do Estadão.

Nijni Novgorod

A 420 quilômetros de Moscou, é a melhor opção para bate-volta a partir da capital (são 4 horas no trem rápido). Se for assistir aos jogos na arena, aproveite para conhecer a Strelka, região nos arredores do estádio, com um deque de observação para o encontro entre os rios Volga e Oka. Outro passeio obrigatório é ir ao Kremlin (visitas guiadas a partir de 400 rublos ou R$ 22), mais importante cartão-postal da cidade. Confira outras visitas e dicas gastronômicas aqui.

Samara

O Brasil pode jogar aqui nas oitavas de final, caso fique em primeiro lugar em seu grupo, ou nas quartas, se ficar em segundo. Quem passar pela cidade vai descobrir sua atmosfera animada e sua vocação gastronômica. Entre as atrações, chama a atenção o bunker de Stalin, que seria um dos refúgios do líder caso Moscou fosse tomada pelos alemães (200 rublos ou R$ 11), e o Museu de Arte de Samara (120 rublos ou R$ 7). Outros passeios e detalhes aqui.

Ecaterimburgo

A quarta maior cidade da Rússia fica a 1.800 quilômetros de Moscou e a 2.300 de São Petersburgo. Geralmente é procurada por turistas que querem explorar os Montes Urais, fronteira natural entre Europa e Ásia. Visite a Igreja do Sangue, construída em homenagem aos Romanov no local onde o último Imperador da Rússia foi morto pelos bolcheviques. Também não deixe ir ao topo do Vysotskiy, no 52º andar, para ter uma panorâmica da cidade (350 rublos ou R$ 19,50). Mais detalhes e indicações gastronômicas aqui.

Volgogrado

Distante quase 1.000 quilômetros de Moscou e a pouco mais de 1.700 quilômetros de São Petersburgo, a antiga Stalingrado foi local de uma das mais sangrentas batalhas da Segunda Guerra Mundial. Seus detalhes estão no museu Panorama (250 rublos ou R$ 14). O Parque Memorial Mamaev Kurganárea, na área exata em que soviéticos e alemães lutaram, guarda monumentos e estátuas. Confira outros passeios no especial do Viagem Estadão.

Kazan

Com metade de tártaros muçulmanos e a outra de eslavos católicos ortodoxos, a população de Kazan convive em harmonia na diferença. Como em várias cidades russas, o Kremlin merece destaque. Além de ser sede de escritórios do governo, tem ainda parques, museus, uma mesquita e uma igreja. Para não se perder no roteiro: visite a mesquita Kul Sharif, a Catedral da Anunciação e a galeria de arte Hermitage Kazan. Outros passeios e indicações da culinária local aqui.

Rostov-on-Don

É na terra dos girassóis que o Brasil estreia na Copa, contra a Suíça, no dia 17. Com base em Sochi, a seleção estará a 554 quilômetros da cidade, mas a viagem é mais longa para quem vem de Moscou (1.080 quilômetros) ou São Petersburgo (1.820 quilômetros). A melhor opção é aproveitar para ir até o Mar de Azov, contíguo do Mar Negro, região a cerca de 50 quilômetros de Rostov. Quem fica pela cidade pode passear pela Rua Pushkinskaya, cheia de cafés, restaurantes, esculturas e música no verão. Saiba mais aqui.

Sochi

Embora não receba jogos do Brasil, Sochi será a base da seleção na Copa. Cidade-sede da Olimpíada de Inverno de 2014,  é um dos destinos mais quentes da Rússia. Entre os passeios, vale aproveitar as praias do Mar Negro, esquiar nos picos nevados da estação Krasnaya Polyana e andar de kart perto do Parque Olímpico, entre outras opções. Os menos radicais podem visitar o Museu de Arte (200 rublos ou R$ 11,20). Os detalhes no especial Rússia para Viagem, do Estadão.

Saransk

A 660 quilômetros de Moscou e a 1.400 quilômetros de São Petersburgo, a cidade abriga muitos parques, igrejas e museus. O parque Pushkin, por exemplo, é um dos principais destinos de muitos russos aos domingos, para passeios e piquenique em família. O Kinoteatr Rossiya, adquirido por Gerard Depardieu, também merece destaque: após abrir mão de sua nacionalidade francesa e se tornar russo, o ator fez do antigo cinema um centro cultural. Veja outras visitas e dicas gastronômicas aqui.

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