Um dia para desbravar a vila das fachadas cor-de-rosa

Com cerca de 400 habitantes, o pequeno povoado de Collogne-la-Rouge é do tipo que vive para o turismo. Conserva suas muralhas, ruelas e casarões - ali chamados de castel - do jeitinho que foram concebidos, com as tradicionais pedras rosadas da região. Mantém os jardins coloridos e dá especial atenção às flores das varandas, sempre alinhadas. Tudo para que o visitante de fato se sinta em um ambiente requintado lá do século 9.º, quando o local começava a viver o seu auge.

COLLOGNE-LA-ROUGE, O Estado de S.Paulo

29 Novembro 2011 | 03h06

Distante apenas 20 quilômetros de Brive (e 120 de Limoges), o vilarejo se tornou destino de passeio de um dia, sobretudo no verão, quando vê sua população triplicar. Especialmente no primeiro fim de semana de agosto, o movimento se intensifica. É quando é realizada a Festa do Pão, no gigantesco e centenário fogão à lenha da praça em frente à catedral.

A igreja, aliás, tem histórico interessante. Foi construída no século 12 por católicos e protestantes, o que a fez ter seu interior dividido e utilizado para rituais de ambas as religiões. Fora isso, ainda exibe uma parte gótica, que data do século 14.

Peregrinos rumo a Santiago de Compostela também são habitués na vila, que está inserida na rota francesa. Ali descansam, comem (muito) bem e entram no clima das orações: há imagens de santos incrustadas até nas fachadas das construções. / B.T.

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