Viaje na pergunta

A pergunta que todo mundo deve estar te fazendo: cancelo minha viagem à Argentina agora em julho? Eduarda, Campinas.

O Estado de S.Paulo

30 Junho 2009 | 02h35

A paranoia da gripe H1N1 azedou as férias de julho. Eu não tentaria demover ninguém da intenção de cancelar a viagem - pois cada espirro (seu ou de alguém perto) pode ocasionar um princípio de pânico. Caso você esteja em busca de argumentos para manter sua viagem, porém, considere estes: 1) a imensa maioria dos turistas brasileiros que foram a Buenos Aires no feriado de Corpus Christi voltou sã; 2) o estigma da gripe é absolutamente desproporcional à sua periculosidade - na primeira onda, trata-se de uma gripe igual a uma gripe comum; 3) daqui a um mês é provável que você possa pegar a nova gripe (toc, toc, toc) sem viajar. Decida-se levando em conta a sua saúde (tem boa imunologia?), a família (algum bebê em casa?), o trabalho (pode tirar três dias de quarentena?) - e, sobretudo, o seu ânimo.

Dois amigos vão a Martha?s Vineyard, saindo de Boston. Queríamos presenteá-los com dicas suas. Teresa e Sérgio, São Paulo.

No verão deve-se reservar um lugar para o carro com muita antecedência nos ferryboats que seguem para a ilha. É melhor voar (35 minutos) ou pegar um ônibus a Woods Hole (peterpanbus.com; 1h40 de estrada mais 45 minutos de travessia). Na ilha dá para alugar carro - ou então bicicleta (edgartownbicycles.com). É obrigatório provar o clam chowder (ensopado de mexilhões) do The Bite, um quiosque de beira de estrada em Menemsha (thebitemenemsha.com).

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