Visita aos golfinhos beijoqueiros

Como bom destino caribenho, Punta Cana tem a sua versão de nado com golfinhos e divertidos shows de leões-marinhos adestrados. As acrobacias e brincadeiras dos encantadores e dóceis animais costumam conquistar adultos e crianças, pela emoção das brincadeiras e a oportunidade de sentir nas pontas dos dedos a textura da pele desses seres aquáticos.

PUNTA CANA, O Estado de S.Paulo

06 Março 2012 | 03h10

A Dolphin Island (dolphinislandpark.com) opera em uma ampla plataforma com vários cercados, localizada a 800 metros mar adentro da Playa Bávaro, quase de frente para a maior parte dos resorts. A brincadeira custa US$ 145 e dura pouco mais de uma hora - durante a qual um golfinho impecavelmente treinado é escalado para fazer truques e interagir com grupos de até dez turistas. O que inclui dar piruetas, receber afagos, gritar e distribuir beijinhos cujas fotos - garanto - farão bastante sucesso no seu Facebook.

Em um tanque vizinho ao dos golfinhos os visitantes podem nadar com arraias e tubarões-lixa. Apesar de inofensivos, impressionam bastante com seus mais de dois metros de comprimento. Ao contrário da coragem, máscara e snorkel estão incluídos no pacote.

No parque. Caso o pique das crianças ainda não tenha acabado ou se você for um amante inveterado dos animais aquáticos, o Manati Park (manatipark.com; entrada a US$ 35 para adultos e US$ 20 para crianças) propõe experiências ímpares como um beijo com gosto de sardinha de um leão-marinho, que protagoniza um show divertido com seus treinadores. Em um grande tanque, golfinhos também executam seu espetáculo de acrobacias e nadam com os visitantes (US$ 115, com entrada no parque incluída). Mas vale o aviso: na piscina tem menos graça que no mar.

Aproveite o show Taino, no qual um grupo de atores realiza performances folclóricas da tribo original da região duas vezes por dia, às 10h30 e às 15h30. O espetáculo é um tanto assustador para crianças novinhas, mas vale a pena. Já o show com araras e papagaios que executam números como pedalar velocípedes e escalar cordas não compensa o tempo perdido. No final, barraquinhas de artesanato vendem as famigeradas lembrancinhas. / F.M.

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