Mariana Veiga
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Windhoek: carne de caça na despedida da África

Capital da Namíbia pode não ter muitos atrativos turísticos, mas espetinhos de zebra, antílope e crocodilo tomando um chope foi uma boa maneira de encerrar a expedição

Edison Veiga, O Estado de S. Paulo

24 de outubro de 2017 | 04h30

Com 230 mil habitantes, a capital da Namíbia não tem lá muitos atrativos turísticos. Depois de vencidos os 317 quilômetros finais de estrada, portanto, o mais legal foi encerrar a expedição tomando um chope na Joe’s Beerhouse (joesbeerhouse.com) – devidamente acompanhado por espetinhos com carne de caça: zebra, antílope, crocodilo... O prato custa cerca de R$ 30.

No centro da cidade, praticamente um símbolo não oficial de Windhoek é a Christuskirche, igreja luterana alemã cercada por ruas de trânsito pesado. Sua arquitetura é incomum: foi erguida em 1907 com arenito local. A obra do arquiteto Gottlieb Redecker (1871-1945) mescla os estilos neogótico e art nouveau e, para muitos, lembra a comestível casa da bruxa de João e Maria.

No entorno da igreja estão o Tintenpalast, o edifício do parlamento namibiano, e o Museu Nacional da Namíbia. O primeiro recebeu este nome, “Palácio da Tinta”, em homenagem ao tanto de tinta gasta com a burocracia das papeladas oficiais. Seus belos jardins têm, à frente, o primeiro monumento pós-independência da Namíbia, uma estatua do líder popular Hosea Kutako.

No Museu Nacional, há painéis que retratam em detalhes como foi o processo de independência da Namíbia e um interessante acervo de arte em pedra. Do lado de fora, um imponente monumento chamado de Reiterdenkmal, ou Memorial do Cavaleiro, homenageia os soldados mortos durante as guerras do país.

 

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